Muitas pessoas não se lembram ou simplesmente não sabem que Link, Zelda e Ganon já foram astros de um desenho animado no final dos anos 80. Antigamente a melhor maneira de tornar um jogo conhecido entre as jovens era produzir uma série em desenho animado, e foi pensando nisso que a Nintendo se aliou a DIC Entertainment (Os Caças-Fantasmas, Capitão Planeta e Sonic) para produzir um desenho animado baseado na série de jogos The Legendo of Zelda. O desenho se passava algum tempo depois dos acontecimentos do primeiro jogo lançado em 1986 para NES. Ganon tinha armado um plano para roubar a Triforce e teve sucesso, agora cabe ao nosso herói Link recuperar a Triforce e assim trazer de volta a paz em Hyrule. Bem que a Nintendo poderia lançar nos dias de hoje um anime baseado em Ocarina of Time, afinal esse jogo tem história! Enquanto esse sonho de nintendista não se realiza, que tal assistir ao primeiro episódio da série, não é um Naruto ou Liga da justiça, mas para a época o desenho tem uma ótima qualidade na animação e os personagens até que são carismáticos.
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Personagens famosos dos anos 80
O ilustrador norte-americano Ryan Dunlavey resolveu prestar uma homenagem aos anos 80 e desenvolveu esta imagem com figuras (ficcionais ou reais) de destaque da época, colocando- s lado a lado, em um painel bem legal. E ai, quem topa o desafio de conseguir identificar todos os personagens?? =)
terça-feira, 24 de agosto de 2010
He-man style
A cabeleira de He-man
Pablo
Peter Berlin
Por último, mas não menos importante, a musa da Geisy!
He-man
Depois de 20 e tantos anos, a gente já percebe algumas coisas estranhas que não chamavam nossa atenção aos 5 ou 6 anos de idade.
Pra começar, vamos falar da política de segurança falida de Eternia. Tudo bem que a PM aqui no Brasil não é lá muito eficiente também, mas será depender de um sujeito com cuecão peludo pra garantir a paz não é demais?
Se não dá pra derrotar o Esqueleto, pelo menos não daria pra fazer um cerco em volta da Serpente do Mal e manter o perigo longe da população? A impressão que eu tenho é que o Mentor era um funcionário público concursado que se acomodou com a estabilidade do emprego e vai levando seu trabalho com a barriga. Isso sem falar no nepotismo de dar emprego pra própria filha,a Teela. E tão incompetente quanto eles são os outros “heróis” de Eternia, como o Abelhão, Aríete e Stratos. Assim fica difícil.
Mas também, o que esperar de um governo que não é capaz sequer de proteger a própria filha e deixa que ela seja seqüestrada e viva em outro planeta por décadas? She-Ra é o resultado de pais negligentes. Não é à toa que tenha virado “rebelde”.
Menos mal que nos anos 80 isso resultasse em lutar contra os opressores de Etheria, porque se fosse hoje em dia ela provavelmente acabaria criando um videolog pra gritar de forma histérica contra as modinhas adolescentes. Já imaginaram que insuportável seria?
E a administração desastrosa do Rei Randor e da Rainha Marlena não pára por aí. O planeta tem dois seres mágicos. Um é a Feiticeira, sábia, poderosa, e que é responsável por dar a Adam o poder de He-Man e à Adora o poder de She-Ra. E o outro é o Gorpo, um atrapalhado anão voador que tem uma média de acertos nas suas magias proporcional ao Presto. E adivinha qual dos dois é o feiticeiro oficial da corte? Pois é, o alívio cômico.
Aí não é difícil entender porque o Esqueleto é tão folgado. E se bobear, ele poderia até mesmo implementar um governo melhor organizado. Claro, teria uma escravidãozinha aqui ou ali, mas os habitantes de Eternia já se fodem tanto com seus reis incompetentes que a vida deles nem ia piorar tanto. E pela burrice geral dessa gente, talvez eles até mereçam esse destino pior.
Afinal, só mesmo a imbecilidade coletiva consegue justificar o fato de ninguém perceber que o He-Man é o Príncipe Adam. Claro, o mesmo argumento poderia ser usado com o Super-Homem e outros heróis famosos. Mas no caso do Clark Kent, o óculos pelo menos tapa parte do rosto. Tem gente que fica razoavelmente diferente (que o digam as meninas feiosas que usam aqueles mega-óculos gigantes para parecerem mais bonitas – e até conseguem). Mas caramba, tudo o que o Adam faz é tirar a camisa e ficar bronzeado.
He-Man não passa de uma versão do Príncipe Adam passando férias em Búzios. Ou melhor, em Iguabinha, já que ele não me engana: tem a alma suburbana. Duvida? Então olha pra sobrancelha dele. É… aquele cabelinho ali é água oxigenada, nêm!
E o mais absurdo de tudo isso é que no fim do episódio ele ainda vinha dar lições de moral pras crianças. Peraí, você é um cara semi-nu, vascaíno, com cueca peluda e cabelo oxigenado com corte escroto de filhinho de mamãe. Quem é você pra dar lição de moral em alguém? Daqui a pouco as crianças vão estar pedindo conselhos pra algum go-go boy de boate gay achando que é a mesma coisa.
Não que tudo o que ele tivesse a dizer fosse absurdo. He-Man previu, por exemplo, a crise financeira mundial:
Mas finalmente, minha maior dúvida é: porque raios o nome do desenho era Mestres do Universo se He-Man e seus amigos não conseguiam ser mestres nem de Eternia inteira? O desenho era ótimo, bem divertido. Mas se fosse sincero, se chamaria He-Man e os Mestres da Vizinhança.
Tem coisas da nossa infância que é melhor ficarem apenas na nossa infância.
FONTE: de um dos blogs mais legais de todos - VIDA ORDINÁRIA
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Get along gang
Quem nunca se pegou cantarolando essa musiquinha???
Get along gang, mais conhecido no Brasil como "A nossa turma", foi lançado nos EUA em 1984 e teve um total de 27 episódios (2 temporadas). Por aqui passou durante muito tempo no SBT, inclusive durante os anos 90 (antes que alguém venha me criticar dizendo que não foi um desenho que marcou minha infância). O sucesso era tanto, que fizeram bichinhos de pelúcia, kit festa, lancheira, macumba e o carilho a 4 deles.
O desenho conta a história de 6 amigos bemmm diferentes um dos outros que viviam em um vagão, compartilhando alegrias e tristezas. O alce Montgomery era o líder da turma, sempre valorizando o espírito de equipe e o companheirismo, era solidário, esperto e otimista, sempre com bons conselhos para dar. A ovelha Vilma era a mais vaidosa da turma, também conhecida por Woolma Lamb, que andava sempre com uma escova na mão e adorava se olhar no espelho. O gato Zipper (eu adorava ele =~~) era um esportista, estava sempre com sua roupa de ginástica e incentivava os amigos a praticar também. O castor Bingo era o mais ingênuo e dã da turma. A cadela Dotty era muito atrapalhada e descuidada (eu sempre era ela quando brincava de "get along gang"). E a mais novinha e bebezona do grupo era a porco-espinho Márcia.
Tinha também o Catchum Crocodillo que era o vilãozinho da história, ele era movido pelo ciúmes que tinha da galerinha (palavra locutor da globo da poha essa :P). E juntamente com o seu comparsa, o lagarto Leni, bolava um plano pra roubar o vagão, mas sempre dava tudo errado e eles é quem se davam mal.
O legal desse desenho é que cada um dos personagens tem defeitos, mas ao longo do programa aprendem a superá-los com a ajuda dos amigos. Sem contar a lição social que ele levava, mostrando que mesmo sendo diferentes, todos podem se dar bem de alguma maneira e sempre têm algo de bom para ensinar, isso reflete a época em que foi produzido e mostra a grande influência dos grupos religiosos de pastores e padres que cobravam das emissoras de TV uma programação apropriada para as crianças. Exigindo que os programas mostrassem valores positivos, no lugar de violência e conflitos.
Get along gang, mais conhecido no Brasil como "A nossa turma", foi lançado nos EUA em 1984 e teve um total de 27 episódios (2 temporadas). Por aqui passou durante muito tempo no SBT, inclusive durante os anos 90 (antes que alguém venha me criticar dizendo que não foi um desenho que marcou minha infância). O sucesso era tanto, que fizeram bichinhos de pelúcia, kit festa, lancheira, macumba e o carilho a 4 deles.
O desenho conta a história de 6 amigos bemmm diferentes um dos outros que viviam em um vagão, compartilhando alegrias e tristezas. O alce Montgomery era o líder da turma, sempre valorizando o espírito de equipe e o companheirismo, era solidário, esperto e otimista, sempre com bons conselhos para dar. A ovelha Vilma era a mais vaidosa da turma, também conhecida por Woolma Lamb, que andava sempre com uma escova na mão e adorava se olhar no espelho. O gato Zipper (eu adorava ele =~~) era um esportista, estava sempre com sua roupa de ginástica e incentivava os amigos a praticar também. O castor Bingo era o mais ingênuo e dã da turma. A cadela Dotty era muito atrapalhada e descuidada (eu sempre era ela quando brincava de "get along gang"). E a mais novinha e bebezona do grupo era a porco-espinho Márcia.
Tinha também o Catchum Crocodillo que era o vilãozinho da história, ele era movido pelo ciúmes que tinha da galerinha (palavra locutor da globo da poha essa :P). E juntamente com o seu comparsa, o lagarto Leni, bolava um plano pra roubar o vagão, mas sempre dava tudo errado e eles é quem se davam mal.
O legal desse desenho é que cada um dos personagens tem defeitos, mas ao longo do programa aprendem a superá-los com a ajuda dos amigos. Sem contar a lição social que ele levava, mostrando que mesmo sendo diferentes, todos podem se dar bem de alguma maneira e sempre têm algo de bom para ensinar, isso reflete a época em que foi produzido e mostra a grande influência dos grupos religiosos de pastores e padres que cobravam das emissoras de TV uma programação apropriada para as crianças. Exigindo que os programas mostrassem valores positivos, no lugar de violência e conflitos.
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