terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Easy A (A Mentira)

"John Hughes did not directed my life"


"Easy A" conta a história de Olive (Emma Stone, que fez "Zumbilândia" e vai ser a Gwen Stacy no novo "Homem Aranha"), uma menina comum que depois que uma pequena mentira sobre a perda de sua virgindade se espalha, vê sua vida virar um paralelo com "A Letra Escarlate", até que ela decide usar essa história para avançar no seu círculo social e financeiro fazendo a mentira ficar cada vez maior. Contando desse modo parece um típico filme teen High School. O que eu posso dizer? É sim um típico teen americano repleto de clixes, mas é legal pra carilho. O filme traz referências a todo instante da cultura pop, indo de "Crepúsculo" (arg) , "Curtindo a Vida adoiado", ao já mencionado "A Letra Escarlate", sem contar que é uma super homenagem aos filmes do John Hughes. Enfim, é um filme que qualquer fã de comédias adolescentes dos anos 80 vai dar pulinhos de alegria do sofá ao assistir. Super recomendo \o.


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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Nike + Delorean


As parcerias mais bacanas são, certamente, as mais inusitadas. Como essa da Nike com a DeLorean, que resultou no Nike 6.0 Dunk SE DeLorean.

Quam não se lembra da máquina do tempo de Doc Brown na trilogia "De Volta Para o Futuro"? O carro do filme era montado em cima do DeLorean DMC, que foi efetivamente fabricado no início dos anos 80 (e agora até voltou ao mercado, montado sob encomenda).

Todo em prata, o sneaker já lembra, de cara, o aço inox da carroceria do carro. O solado, inclusive, é inspirado nas lanternas traseiras do cupê. E há similaridade até na abertura da caixa: asas de gaivota.
Foi lançado nessa sexta (dia 26/11), com produção limitada em 1000 pares. Ao que parece, por 90 dólares. 

Fonte: collecta


 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Lançamento do Bluy-Ray de Back to the Future

Ontem aconteceu o lançamento da edição em Blu-Ray do filme, onde o elenco se reuniu novamente, 25 anos depois. Christopher Lloyd, Lea Thomspon (que contou que ainda tem o vestido rosa da formatura do primeiro filme) e Michael J. Fox, que contou estar lidando bem com o Mal de Parkinson (”Todo mundo tem seu fardo nessa vida. Eu tenho o meu e posso dar conta dele.”), parecem não precisar de máquina do tempo para nada: Estão todos ótimos.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

OmeleteTV: muitas confusões na sessão da tarde

Edição do OmeleteTV em que abordaram o assunto filmes de sessão da tarde.

Rumo a 2015

Mais uma comemoração aos 25 anos de De Volta para o Futuro foi feita. Dessa vez um breve documentário sobre o Design da cidade no futuro de 2015 (tamos quase lá XD ) visto na continuação do filme, é legal perceber como os efeitos especiais da série não envenlheceram nada:


Falando nisso, comecem a ir atrás de uma marreta pra quebrar o cofrinho, porque ta pra sair a trilogia em Blu-Ray =D. Já sobre as noticias de uma possível continuação o diretor Robert Zemeckis desmente:

"Acho que três é um bom número para encerrar. Três é o suficiente"

"A história está encerrada", concorda Gale. "Quando Michael J. Fox foi diagnosticado com Parkinson nós dissemos 'Qual é. Quem vai querer um De Volta para o Futuro sem o Michael J. Fox participando?' Eu não quero! Ele não queria. Ninguém quer"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

The Goonies ‘R’ Good Enough

Um dos motivos do sucesso dos Goonies foi a trilha sonora e principalmente a participação de Cyndi Lauper, cantando a música-tema do filme “The Goonies ‘R’ Good Enough”.
Antes da sua inclusão no “The Essential Cyndi Lauper”, em 2003, a canção foi considerado uma raridade entre os fãs, pois nunca apareceu em nenhum dos álbuns de Lauper ou coletânia . Lauper admitiu em uma entrevista com Matthew Rettenmund para seu livro de 1996 Totally Awesome 80s: A Lexicon of the Music, Videos, Movies, TV Shows, Stars, and Trends of that Decadent Decade que odiava a canção, e foi por isso que ela não tinha escolhido para incluí-la em sua primeira compilação, Twelve Deadly Cyns…and Then Some.
A canção foi regravada por alguns artistas, como Bombones, Momoi Haruko, New Found Glory, e Tomoyuki Uchida. A música também foi apresentado como uma versão instrumental de Pop’n Music 10.

Os quadrinhos brasileiros nos anos 80

Esse documentário fala como andava a produção e o mercado de quadrinhos no Brasil no final da década de 80. O enfoque do vídeo é sobre o mercado de quadrinhos adultos que ganhava espaço estre os gibis da turma da Mônica durante a época. Entrevistas com Laerte, Angeli, Glauco, Negreiros, Luiz Gê, Lorenço Mutarelli, Marcatti entre outros, um belo apanhado história do quadrinho nacional até aquele momento. A qualidade da imagem e do som são bem ruins, mas vale ver até o final.
Apesar da má vontade e caretice do apresentador, é difícil imaginar um programa na TV aberta mostrando a sacanagem dos quadrinhos underground como nesse programa. O mundo do politicamente correto deixou a vida mais chata.


www.Tu.tv

via: ideafixa

De volta para o passado

Não podia deixar de postar aqui o buzz do dia de hoje.
De volta para o futuro comemora esse ano 25 anos de aniversário, em sua homenagem três dos atores principais vão se reencontrar durante o Scream Awards, que acontece na próxima terça, 19. Michael J. Fox, o eterno Marty McFly; Elisabeth Shue, a Jennifer Parker nas duas sequências, e Lea Thompson, intérprete de Lorraine Baines/McFly, a mãe de Marty na trilogia, estarão na cerimônia de entrega.
Enquanto não chega a hora da reunião, Michael voltou a vestir o figurino de Marty e recriou um vídeo feito naquela época para promover o filme. Veja o teaser de 2010 e, logo abaixo, o original.

noticia extraida daqui

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Pac Man Humano

Animação  em stop motion idealizada pelo artista francês Guillaume Reymond. No vídeo foram utilizados 111 loucos que passaram mais de 4h dentro de um cinema tirando fotos.



Site oficial do projeto: notsonoisy

terça-feira, 24 de agosto de 2010

MAD



Mad é uma revista de humor norte-americana fundada pelo empresário William Gaines e pelo editor Harvey Kurtzman em 1952. Trazendo sátiras de todos os aspectos da cultura pop americana.

Desde o início, Mad era como nenhuma outra revista. Trazia um humor tosco, irreverente, agressivo (classificado pelos próprios editores como "humor via ugular"), mas quase sempre inteligente, carregado de sátira e crítica social, e impecavelmente bem desenhado. A arte sempre foi uma preocupação maior na revista. Espaços em branco não eram bem-vindos; entupia-se os fundos de piadas visuais, gags, e referências ocultas. 

A revista Mad chegou a ser proibida pelo governo e investigada pelo FBI, mais de uma vez, por incitar a delinqüência juvenil. Professores recolhiam cópias vistas com alunos.

No Brasil, começou a ser publicada no início dos anos 70, vindo a se tornar uma febre nos anos 80, quando começou a produzir material nacional e mesclá-lo às traduções e adaptações.

Após alguns anos sem ser publicada, a revista voltou a circular em meados de 2008.



Conhece um pouco mais sobre a história da MAD aqui.
Blog ogicial da MAD: aqui.
Baixe algumas edições da MAD: aqui